
No Benim, há quem diga que ainda se tem medo do mar, guardam-se as memórias de um passado de escravatura. Uma memória que resiste. Está na estrada principal da cidade de Ouidah, “A rota dos escravos”, nos pesados monumentos abandonados, nas pautas dos gestos dançados ao som do vento e do mar. São as palavras dos anciãos que revitalizam a luz, e a esperança de reencontrar o que foi perdido.
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